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ERVA MATE - Ilex paraguariensis A. St.-Hil. 250g

Marca: Cha e Cia Referência: G 2346

A Erva-mate (Ilex paraguariensis), estimula a atividade física e mental, facilita a digestão e combate o envelhecimento precoce!

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POTE 250 g. 
PARTES USADAS: Folhas

ORIGEM DO PRODUTO: Brasil

DESCRIÇÃO
: A Erva-mate (Ilex paraguariensis) é uma árvore da família das aquifoliáceas, originário da região subtropical da América do Sul, presente no sul do Brasil, norte da Argentina, Paraguai e Uruguai. Os indígenas das nações Guarani e Quíchua tinham o hábito de beber infusões com suas folhas. Hoje em dia este hábito continua popular nestas regiões, consumido como chá quente ou gelado, ou como chimarrão (Brasil (principalmente Rio Grande do Sul), Uruguai e Argentina) e tereré (Brasil (especialmente Paraná e Mato Grosso do Sul) e Paraguai).

INDICAÇÃO: Benefícios Nutricionais, Fisiológicos e Terapêuticos da Erva-mate (Ilex paraguariensis)
Segundo estudos biológicos nas instituições Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária do RS (Fepagro) e da Universidade Federal de Ijuí (Unijuí), especialmente do mestre em botânica Renato Kaspary em publicação de 1991 sobre erva-mate e Eunice Valduga, em dissertação para obtenção do grau de mestre (95).
• estimula a atividade física e mental, atuando beneficamente sobre os nervos e músculos eliminando a fadiga e os estados depressivos;
• facilita a digestão e favorece a evacuação e mictação;
• ajuda a regular e regenerar as funções do coração e da respiração;
• exerce importante papel na regeneração celular;
• aumenta as forças musculares, desenvolve as faculdades mentais;
• combate o envelhecimento precoce das células;
• auxilia na regeneração da pele;
• diminui a tensão arterial;
• inibe o processo de oxidação do LDL (o mau colesterol);
• promove a longevidade saudável. 

 


Assim como existe a laranja de umbigo, a laranja comum, a laranja do céu, a bergamota e o limão, todas frutas tão diferentes, mas pertencendo ao gênero cítrus, também ocorre em relação à erva-mate. Ela faz parte do gênero Ilex do qual existem de 550 a 660 espécies, segundo o professor Renato Kaspary, mestre em Botânica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Na sua casa em Mato Leitão/RS, ele recebe a equipe do Anuário com um chimarrão feito a preceito e com a adição de alguns chás medicinais de bom gosto, para falar dessa planta à qual dedicou sua tese de mestrado "Efeitos de diferentes graus de sombreamento sobre o desenvolvimento de plantas jovens de erva-mate", defendida em 1985.
Ele revela que, apesar de haver tantas espécies do gênero Ilex, distribuídas nas zonas temperadas e subtropicais do mundo inteiro, tendo como centro de dispersão a América do Sul, cerca de 150 a 170 delas ocorrem no Brasil e apenas 10 no Rio Grande do Sul. Destas, somente três são espécies erváveis, isto é, prestam-se à produção de chimarrão: Ilex angustifolia, que seria a erva-mate Periquita, existente na região de Sarandi/Erechim; Ilex amara, a erva-mate crioula e, como o nome indica, um pouco mais amarga que as outras duas, e a Ilex paraguariensis St. Hil., também conhecida como erva-mate Argentina, que é a mais cultivada pelo Brasil afora, no Paraguai e na Argentina.
Afinal, por que conhecer tantos detalhes sobre esta cultura? É que só a diferenciação entre as espécies poderá detectar as adulterações nos produtos comerciais à base de folhas e ramos de erva-mate. E sabe-se que essas adulterações existem e que são muito semelhantes às folhas das diversas espécies de Ilex existentes.
Além do gênero Ilex, existem outros dois da família das Aquifoliaceae, à qual pertence a erva-mate: o gênero Byronia, com três espécies, encontradas na Austrália e Ilhas Polinésias, e gênero Neniopanthus, com uma espécie na região nordeste dos Estados Unidos. Essa é uma pequena identificação dessa planta, descrita pelo professor Renato Kaspary como "lindíssima, apaixonante, maravilhosa e invulgar." Ele diz que ela só ocupará o seu verdadeiro lugar quando for estudada em todas as etapas de seu desenvolvimento. Certamente os que a conhecerem melhor e não só pelo chimarrão hão de concordar com ele.
Fonte: Anuário Gazeta

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